AMOR EM JAPONÊS

AMOR EM JAPONÊS
"QUANTO MAIS CRESCE O AMOR EM VOCÊ,MAS AUMENTA SUA BELEZA!POIS O AMOR É O ALIMENTO DA ALMA!"

domingo, 31 de outubro de 2010

Quando te encontrei

Por águas de solidão mergulhei,
por desertos de desilusões caminhei,
buscando o que havia perdido,
perdido o que ainda não havia achado.
Um coração partido e cheio de rancor,
uma vida dilacerada pelo tempo e a desordem.
Inundada em lamas de angústia,
ferida por golpes deferidos pela indiferença,
assim encontrava-se o meu ser quanto te conheci.

Vivendo um momento de total reformulação de meu ser,
circundada por uma realidade piêgas,
cercada por dúvidas e indecisões,
pensando o que fazer em meu mundo medíocre.
Encontrei-te sob a luz humana da lua,
em uma noite ilusória e facínora de nós,
o cupido desfere lentamente a sua flecha em nós.
Como uma folha perdida ao vento,
encontro-me perdida.
Insano és tu, árdil Amor.
Fizestes comigo o que bem entendia.
Condenou-me a dor da saudade.
"O que fazer se não te tenho?"
Como esquecer quem se ama?
Fica falatando um pedaço de nós.
É como o céu sem lua,
mar sem ondas, vida sem oxigênio.
Por que se faz tão distante de mim?
Por que roubastes o meu coração?
Acaso não vês o quão dolorido é ficar sem ti?
Mostra-me uma solução para esta saudade-necessidade.


domingo, 21 de fevereiro de 2010

Recordações

Vasculhando o meu passado, encontro as lembranças do teu amor,
lembranças que me fizeram derramar trsites lágrimas de saudade!
Percorrendo no âmago de minha memória, encontrei-te lá.
Recordei do teu doce e voraz beijo, que parecia querer sugar toda a minha
[vida,
dos loucos sussurros de amor, onde juravas ser para sempre meu;
lembrei-me de todos os momentos íntimos entre nós dois...

Até hoje não compreendo porque me deixastes sem nenhuma explicação,
você simplesmente foi...
Nem ao menos quis saber se em meu coração batia um coração louco por ti,
não quis saber se eu ficaria deprimido com este fim torturoso!
Se foi sem nem ao menos me dizer adeus!

Justo no momento em que eu mais precisava do teu “Amor”,
você resolve sumir nem e me esquecer!
Que jeito louco esse teu de amar,
maltratando cruelmente alguém que te ofereceu o céu e o mar?!

O pior de tudo isso é que eu não consigo te esquecer de nenhum jeito...Já tentei de expulsar de minha mente de todas as maneiras:
maldizendo nosso fracassado relacionamento, xingando a tua memória,
violentando todos os pensamento a teu respeito...
Mas ainda asism naum consigo te esquecer!
Tua lembrança permanecesse intacta e vitoriosa em minha mente...
A luz do banheiro continua acesa. No bojo, o sangue vermelho-vinho mistura-se com a água, um corpo moreno permanece inerte no chão de branco revestimento, o chuveiro ainda está ligado e junto da água, se esvai um futuro brilhante.
Há alguns instantes, esse pedaço de menina-mulher, recebera uma ligação muito importante. Alguém a qual ela dedicava um amor incondicional, estava ligando para lhe dar uma notícia de tamanha amargura para a despojada mortal:

_ Oi, meu bem. Estava pensando em você agora mesmo. – dia a ignóbil criatura morena.
_ Querida, sinto muito. Mas não dá mais certo. – revela o estranho-conhecido no outro lado da linha.
_ Não entendi, meu bem. O que você quer dizer com isso?
_ Não dá mais certo! Nós dois... Bem... Precisamos terminar!
_ O quê?! Por quê?! Você não me ama mais?!
_ Eu... Ah! Não dá! Acabou... É isso. Adeus!
__ ... – choro.
_ ...

A raiva e o choro fundem-se em um só! O medo acaricia os negros cabelos. As idéias se misturam com as lembranças. Recordações vêm à tona. A indignação retorna à realidade!
A gaveta... Talvez lá esteja a solução. Um pensamento: “Talvez ele se arrependa! Talvez ele esteja confuso com os seus sentimentos! Eu sei que ele me ama!”. Mas o mal prevalece: “Nada disso! Ele tem outra! Covarde!”.
O revólver preto, que servira sempre como objeto de trabalho (Era uma policial, um das melhores da sua cidade!), brilha convidativo: “Ele não merece viver!”. Reluta... Mas os próximos instantes revelam sua fragilidade feminina.
Vai para o banheiro, tenta esfriar a cabeça com uma ducha fria. As lágrimas permutam-se com a água. “Por que ele fez assim?! Ele dizia que me amava tanto! Disse até que casaríamos ainda esse ano!”. Os planos de um amanhã juntos parece que se dilui em meio às lágrimas e raiva!
O revólver...
O telefonema...
Ele...
O rompimento...
O revólver...
As lembranças...
O revólver...
O banheiro...
O revólver...
As lágrimas...
O tiro...
Como uma pluma caindo delicadamente ao som do vento, desfalece o corpo jovial ainda molhado do banho na cerâmica branca. Dos negros olhos teima em descer calada uma última lágrima, a mais teimosa. Ela vai caindo e fazendo curvas no belo rosto pardo, como que o acariciando uma última vez. Chega aos lábios, os mesmos que um dia fizeram juras de amor a um alguém que não dava a mínima importância ao som transmitido por eles, e ali morre... com a esperança de que este seja um último e longo beijo. A mão esquerda segura uma espécie de papel, quem sabe uma última carta, quem sabe um último recado... Não! Simplesmente a foto daquele a qual dedicará maior parte de sua vida: ele. Na mão direita, adormece o revólver, ainda quente do último disparo.
Quem sabe ela amou demais e ele não! Bem, o certo é que se foi cedo demais...

...

Olhe lá quem vem com um buquê de rosas vermelhas na mão (Ela gostava muito de rosas vermelhas!), deposita-o sobre o branco caixão e revela baixinho, num último suspiro:
“Eu sempre te amei e para sempre vou te amar! Minha menina!”

Último Adeus

Meu coração está ocioso, vagabundo.
Não sabe mais o que fazer com a saudade.
Já tentou de várias formas conserta-se.
Já fez inúmeros remendos nas suas cicatrizes.
Mas, quanto mais tempo passa longe de você,
mais sofre, mais torturado fica.
Confesso que eu quis colocar outro em teu lugar.
Deus sabe o quanto eu tentei.
Beijei diversas bocas,
procurando apagar teu gosto da minha boca.
Mil pares de olhos analisei,
buscando encontrar outros melhores do que os teus.
Quantos fizeram declarações magníficas!
Mas aos meus ouvidos só vinha os teus juramentos!

Quando a noite vem, eu choro...
Choro por saber que amanhã será mais um dia sem você!
Choro porque, nesse momento, alguém pode esta
aí, do teu lado, fazendo carinho em ti!
Rogo para a Lua que venha acabar de vez com o meu sofrer!
Peço a Deus que me leve depressa para perto Dele!
Pois, se eu não posso mais te ter comigo,
não adianta mais viver!
Quero agora te olhar do alto e pensar:
“Um dia vamos nos re-encontrar!
E minha tristeza vai sumir!”

Vou te trazer para o meu viver

Gostaria de descrever nesse poema
A imensidão do que sinto por ti.
Quem sabe até declarar ao vento
Que é você quem me faz sorrir.

Não adianta mais simulação,
Não posso extrair do meu peito o amor.
Quando eu recebo as tuas mensagens,
Dá vontade de abraçar o computador.

Quem sabe o software me traz você,
Quem sabe os megabytes fazem virar
realidade, traz tua vida para o meu viver
para que eu possa, enfim, te tocar.

Diz-me como tudo incidiu!
Como foi que o afeto brotou no coração!
Quem poderá nos elucidar,
se assim age nos humanos a paixão!

Eu te amo e disso tenho certeza.
Quero que o meu futuro seja contigo,
Quero minha vida junto da tua vida,
Quero simplesmente te ter, meu menino!

Esse troço de amor virtual é complicado.
Parece ser impossível um contato corpo-a-corpo.
Limita-nos aos bytes e aos gigabytes,
Faz com que ficamos loucos.

Você talvez nunca tenha amado tanto
uma pessoa sem nem conhecê-la direito.
Eu sei, também nunca senti tal coisa,
mas quando o amor surge, não tem mesmo jeito!

Ele chega sem nem mesmo precatar,
nem ao menos nos dá aviso prévio!
Sentir e viver algo nessa imensidão
Além de inusitada, é de poucos um privilégio.

Esse privilégio quero muito curtir!
Quero provar o gosto do teu amor!
Quero ser feliz ao teu lado.
Seja onde quer que for!

PRINCIPE

Olhos tão negros como a noite,
Voz tão forte como o ronco do trovão,
Pele em uma linda sintonia com o seu interior
E uma boca tão bem desenhada com uma obra-prima.
Assim é feito o meu menino,
Que enche de alegria a minha vida,
Que transforma minha poesia
Na mais pura e singela declaração.
Nas palavras de um arcanjo encantador,
Vi o amor se realizando em mim,
Entendi o real sentido desse sentimento
Que preenche a nossa vida com esperanças.
Esperança de um dia estar em teus braços e nunca mais sair.
Esperança de te fazer meu futuro, de te dar minha alegria.

Somos seres imperfeitos,
Não entendemos o amor em sua verdadeira expressão.
Buscamos o prazer físico
E não nos importamos em valorizar nosso interior.
Quando te encontrei, tive certeza
De que eras minha tradução do amor.
No mesmo instante notei que em você
Estava a resposta de minha pergunta.

Sabemos bem que estamos distantes,
Que o nosso amor ainda não pode se realizar.
Sabemos a barreira da distância
Que existe entre a tua boca e a minha.
Mas sabemos também que bem mais forte
É o sentimento que pulsa em nossos corações.
E que, mesmo estando separados,
Temos nossas músicas e poesias.
E assim, quando sentires minha falta,
Quando a saudade bater forte no teu coração.
Lembre deste poema que te fiz
E pense que eu estou em cada letra,
Em cada palavra e frase,
Com um sorriso nos lábios
E com uma vontade enorme de gritar:
“EU TE AMO E PARA SEMPRE VOU TE AMAR!”
Na calada da noite,
Ouvindo o cricrilar dos grilos,
Deito na minha cama e espero o sono chegar.
Na mente escoa uma pergunta extraordinária
Que aquece meu coração de menina:
“Você quer casar comigo?”
O amor enfim me sorriu!
Mostrou sua verdadeira face para mim.
Eu o vi brincar com minhas tranças,
Jogar-me no ar e segurar-me em seus braços.
Encontrei enfim a paixão
Que há tempos jazia efervescida em meus sonhos.

Pelos olhos de um ser celestial,
Vi a rosa do amor desabrochar.
Senti o doce néctar da felicidade
Enchendo o vazio de minha boca.
Com a pele eriçada pelo olhar
Invasor que percorre os meus,
Pude perceber o quanto é bom amar,
O quanto é bom sentir prazer!
Gostaria de falar mais sobre esse encanto,
Mas as palavras teimam em fugir de mim.
O que eu posso fazer, é sentir.
Sentir no mais fundo de minha alma
O amor que pulsa em nossos corações!

Como eu queria te abraçar agora,
Beijar tua boca e falar nos teus ouvidos
Um lindo poema de amor,
Quem sabe até cantar uma canção pra te ninar em meus braços.

Mas, o nosso amor virtual
Não nos permite tal regalia!
Nunca nos tocamos,
Nunca nos beijamos...
Mas, como já disse o saudoso Aristóteles:
“Com as asas do Amor transpus estes muros,
Pois os limites de pedra não servem de empecilho para o Amor!”

Por isso, diante da tua pergunta,
Exibo minha resposta de todo o coração:
“Aceito o teu pedido
E te juro amor infinitamente!
Amo-te!”